Repito texto postado em 2018 (durante a escrita do livro A bordo do Clementina e depois)

 

Terça-feira, 16 de janeiro de 2018


As mãos nas teclas acontecem naturalmente. Ruídos leves. Respiração lenta. 
Desde bem cedo o azul insiste em sinalizar o verão. Não longe daqui o mar sacode sua espuma; vapor d’água. O livro levanta as letras que se acomodam na história dos antepassados. Guardo o espaço da ficção. 
Não esqueço os segredos soprados antes. Mas o texto recomeça e, em seu movimento, põe as palavras nos lugares.



Et voilà...

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