Alguns homens
Alguns homens caminham construindo
E outros caminham para o fim do mundo
Os primeiros observam tudo ao redor de si
Enquanto os outros só olham o próprio umbigo
Para a plantação da terra há espaços vazios
E os rios navegáveis estão habitados de ribeirinhos
Mas os peixes sem cor nas muitas marés
Fogem para recantos perto dos recifes profundos
São tão diversos os cenários do viver
Há árvores e sonhos a plantar
No universo onde bombas circulam destruindo
Há vinhas e vinhos a frutificar
Em mãos que escrevem partilhando a plantação
Mas alguns homens perdidos insistem na destruição:
Malditos malignos
Que trafegam, somente,
Na contramão!
Faço coro com seu manifesto-poema: malditos malignos!
ResponderExcluirE vamos somando as nossas vozes, mas "os malignos" são tantos que nem sei...
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