Na manhã deste sábado
Escrevo:
Depois de tantas destruições com drones, bombas e homens insanos à frente de países importantes, vivemos dias difíceis demais no mundo, e já podemos imaginar onde tudo isso vai nos levar.
As vozes dos poetas sustentam uma direção oposta a esta destruição vigente e trabalham com dignidade e força, mas é preciso ser capaz de ouvi-las.
Depois de termos assistido a destruição total de Gaza, a tentativa de destruição do Irã e a sequência de ataques ao Líbano precisamos realizar que a política destruidora e avassaladora de Israel coloca seus jovens soldados loucos funcionando como bombas- relógio que 'explodirão' a si próprios no correr dos dias, no correr de suas vidas.
Sem compromissos humanitários os homens caminham para a morte. Sabemos, há tempos, que a pulsão de morte sem mediação é pura destruição.
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Um inverno frio no Rio de Janeiro em junho, mas na França o verão ferve com um calor tórrido!
Escrevo afirmando que, em Paris, alguns jovens permanecem nos parques durante a noite buscando um ar mais leve, um momento refrescante. As janelas dos apartamentos são pequenas e preparadas para o inverno, mas não dão conta do verão escaldante que chegou feroz. Algumas festas de verão, espetáculos, etc foram desmontados e o álcool ficou proibido de ser vendido e consumido nas ruas.
O presidente da República diz o óbvio sobre o calor intenso que acontece agora, mas podemos concluir que ele cuidou muito das finanças visando vender drones para os países que fazem a guerra e não cuidou nada sobre o possível excesso de calor já anunciado. Meus caros, enquanto a Europa ficar priorizando as guerras, a militarização e as armas assistiremos a falta de postura política para lidar com a mudança climática que exige posição e ações sérias.
Lá ou cá teremos que respeitar e amar cada vez mais as árvores, claro.
E tomar as medidas necessárias que irão proteger o planeta.
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