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À noite
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Escrevo e penso Discurso delirante o do Primeiro ministro de Israel. Ele ainda acredita "na luta das luzes contra as trevas". Que pavor! Raciocínio primário. E o fogo das explosões das bombas enviadas pelos soldados israelenses destroem e matam famílias inteiras. Gaza arde vermelha! Importa lembrar que lá vivem mulheres e criança, idosos e adolescentes, médicos, jornalistas, serviços humanitários, escritores e professores, artistas e fotógrafos e homens que trabalham para manter a cidade viva. Não vi nas imagens filmadas o tempo todo desta nomeada guerra, nenhum cidadão armado. Se a luta é contra um grupo que fez um ato terrorista, devia continuar sendo uma luta contra eles, e nunca contra um povo. Sr. BIDEN peça desculpas rapidamente ao mundo, pois seu gesto de guerra, apoiando Israel incondicionalmente, alimentou um lamentável e mortal ataque a um povo que merece ser protegido por todos nós, seres pensantes. O mundo se une contra esta barbárie!
Poesia aberta
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Livros abertos não dizem o suficiente As lágrimas andam no chão E homens de barbas lutam Somos deste tempo de agora Enquanto gritos de angústia sopram de vários cantos do mundo E as mãos com sangue agem buscando matar famílias de jornalistas palestinos (Aqueles que estão em Gaza) A história arquitetada com cueldade Pedras no chão Desmonte de vidas
A vingança de Israel
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Na escuridão desta noite, Israel mostra seu ódio sem sentir vergonha alguma. Nem temer ninguém. Lamentamos o momento que o mundo respira angustiado. Como dormir diante de um massacre? * Isolados os homens que ainda vivem em Gaza não sabem o que esperar. Hospitais cheios de crianças necessitam de ajuda humanitária urgente. Alguns hospitais estão superlotados. O que ainda precisa acontecer para os governantes importantes europeus começarem a punir Israel. Ou isso só pode acontecer em relação a Rússia? * Conseguiremos seguir a vida depois de tantas atrocidades neste século?
Escrevo o momento
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Escrevo telas de cores. Na superfície os sons da guerra assanham cabelos. Árvores pedem socorro. E os sons das bocas caem no esquecimento. Paredes sem cor mudas sobressaem. As mãos agem e correm. Entre poeira e luz na noite negra sombras assustam. Imagens não dançam mais. O mundo tudo vê. Entre letras e manhãs no ocidente surgem poucas palavras. O pulso é fraco e os rostos incertos. Mulheres se cobrem de fé enquanto as horas só correm. Vozes femininas e infantis desaparecem. Sinais de ausência no tremor do vazio. Hoje é dia 25 de outubro de 2023.
Nenhuma poesia
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Paredes em ruínas. Nenhuma voz. Garganta seca. Olhares vazios. Nenhuma palavra. Poeiras e bombas no ar. Hospitais no caos. Olhares vazios. Corpos mortos. Sem movimento. Sem palavras. Mortos mudos. Sem cor nem vestígios. Explosões no chão. Nenhuma gramática. Vida sem nada. Dependuradas casas. Boca seca. Sem prato sem grãos. Sem copo sem água. * Free Palestine!
Sem poesia
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Paredes em ruínas A voz rouca A garganta seca Olhares vazios sem palavras Poeira e bombas Aviões no ar Hospitais no caos Olhares vazios Os corpos vivos em movimento Sem palavras os mortos mudos Sem cor nem vestígios ruídos Explosões no chão A gramática sem letras A vida sem nada Dependuradas casas A boca seca sem prato sem grãos Sem copo sem água
Amigos,
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Vejo imagens na Internet de um mundo que se manifesta contra a violência desmedida e cruel, que Israel realiza nestes dias de terror nunca vistos. Mas, a nossa TV não mostra com relevância tais imagens. Não é incrível? Custo a crer que estejamos sob o comando de canais de TVs sem humanismo. O mundo grita sua indignação. Há manifestações gigantes pró-Palestina em Londres, na Austrália, no Canadá, na Espanha, nos EUA, no Iraque, na Jordânia, na Romênia, na Tailândia, na Zova Zelândia, no Paquistão, na Africa do Sul, na Indonésia, no Líbano, na Turquia, na França, em Portugal ... no Brasil (em várias cidades). Os judeus, alguns deles, também se manifestam! "Not in my name!", gritam os jovens judeus em Washington ou em New York. E, de fato, é preciso gritar! As palavras não dão conta da violência que nos invade neste momento. * De mãos dadas conseguiremos aplacar a ira indecente de alguns governos de nosso tempo? Crianças morrem ao nosso redor a cada minuto! Stop War! * Rio de p...
Notícia importante:
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Morre a jovem romancista e poeta da Palestina Heba Abu Nada, aos 32 anos, no triste bombardeio de ontem em Khan Yunis, na Faixa de Gaza. Publicou em 2017 o livro "Oxigênio não é para os mortos", em tradução livre. Escreveu: "A noite da cidade é escura, exceto pelo brilho dos mísseis. Silenciosa, exceto pelo som dos bombardeios. Aterradora, exceto pela promessa tranquilizadora da oração. Negra, exceto pela luz dos mártires. Boa noite" Publicação em 8 de outubro no Twitter da escritora. Lamentamos imensamente! Foto recolhida na Internet.
Hoje é sábado
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Homens de nosso tempo para que tanta violência? O tempo é curto, surdo, mudo. Urge construir no ventre do mundo. Se a morte perto da esquina aguarda até mesmo a criança que nasce e cresce, rapidamente, homens de barba precisam dialogar. Mulheres protegem seus bebês embalando - os nos braços já cansados. Os panos dobrados de pó balançam nos estrondos das explosões de Gaza. Bum... Caem no chão Igrejas, Hospitais e Mesquitas e casas. As orações reverberam no mundo. Insano mundo. Bum... Bum... (SOLDADOS ISRAELENSES, sadicamente comemoram!)
Domingo
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Meus caros, Israel tem o direito de se defender, depois dos ataques graves que recebeu do Hamas. Mas, já o fez. O número de mortes na Palestina é enorme. E há um desmonte de moradias, escolas, etc. Há muitos feridos e falta tudo minimamente digno para a vida diária de crianças e idosos. Porém, Israel não tem o direito de massacrar um povo. Isto é cruel e inadmissível de qualquer ponto de vista humanitário! A Palestina e seu povo compõem o nosso mundo, precisamos assegurar seus direitos. Não é possível viver em um mundo monocromático. A diversidade inclusive da arte e da cultura de um povo merece o nosso respeito. Assisti uma cena impressionante filmada, sem intenção. Descrevo o que vi: Um homem entra em uma casa totalmente destruída, e pega no chão, entre pedras e pó, cinco ou seis livros que coloca nos braços. Sai sem olhar para trás. Silêncio...