Sob a névoa e poema (A bordo de um 737)
A bordo de um 737:
Um vulto na janela. O horizonte decola surdos ruídos.
Algumas luzes se apagam. Um certo bocejo vagueia em
estrelas distantes. Praia do Flamengo, Cristo Redentor,
Corcovado.
(e não falarei das sombras, nem de nomes esquecidos).
Sim, sim ainda há os estrondos dos vidros!
(do livro Leblon, voz e chão. 2004)



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