Poema de Domingo
Pela manhã meus dedos desenham
suas orelhas ainda quentes
Flores nuas dobram-se
nas jarras transparentes
Aleluia!
A voz rouca de Leonard
soa na mesa próxima
Nas paredes as palavras
ressoam o sofrimento
ou a prece: aleluia!
(ainda é sábado)
Rio de Janeiro, 12.11.2016
suas orelhas ainda quentes
Flores nuas dobram-se
nas jarras transparentes
Aleluia!
A voz rouca de Leonard
soa na mesa próxima
Nas paredes as palavras
ressoam o sofrimento
ou a prece: aleluia!
(ainda é sábado)
Rio de Janeiro, 12.11.2016
Comentários
Postar um comentário