Um sábado e o pão de cada dia
Alguns amigos morrem, amigos partem.
Onde estarão para além das palavras?
Há tantas palavras ainda ecoando.
O pão e o doce suspiro.
Um sábado.
*
Onde a janela do dia
Abre a vertigem
O meu rosto de lado
Ao vento se oferece
E a praia ali parada
É um cartão postal
A cidade faz o momento
Infinito momento da presença
Rio de Janeiro e de novembro, 2025.
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