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Convite para o lançamento do livro O idioma pedra de João Cabral

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Caderno de viagem

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Anotações de leitura

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Correspondência entre J. Paulhan e F. Ponge

Do livro Correspondence 1923-1968, J. Paulhan F. Ponge. ed. Gallimard, 1986. Carta de 1948, n. 406: Marie-Louise est morte, plus encore que des brûlures, du remède: transfusions de sang chaque jour, comme pour un jeune aviateur - Mais son coeur a cèdé. Em tradução livre: Marie-Louise morreu, mais do remédio que das queimaduras: transfusões de sangue cada dia; como para um jovem aviador - Mas seu coração parou. E a nota do livro esclarece o que traduzo assim: A esposa do poeta Henri Michaux foi queimada viva em sua própria casa, ao se aproximar de um radiador usando uma camisa de tecido sintético, ela morreu depois de um mês de sofrimento.

Folha manuscrita e conservada nos arquivos de J. Paulhan

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Francis Ponge

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Alguns versos de "La chèvre" de Francis Ponge

A cabra “E se o inferno é fábula no centro da terra, Ele é verdadeiro em meu seio.” (MALHERBE.) À Odette. Nossa ternura ante a noção da cabra é imediata pelo que ela comporta entre suas patas delgadas – inchando a gaita de foles com os polegares abaixados que a pobrezinha, sob o carpete em forma de xale sobre seu espinhaço sempre de esguelha, incompletamente dissimula – todo aquele leite que se obtém das pedras mais duras pelo meio roído de algumas ervas raras, ou de ramos de vinhas, de essência aromática. Bagatelas todas essas, você já disse, nos dirão. Certo; mas na realidade muito tenazes. Depois aquele sino, que não se interrompe. Todo esse tintouin , graças a Deus, ela tem a felicidade de acreditar, em favor de seu rebento, quer dizer para a criação deste peque...

DEZ ANOS DEPOIS

FLASHBACK Café Letrado

Alcione Araújo e Augusto Boal no Café Letrado.

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Augusto Boal no Café Letrado

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Jean-Marie Gleize e Michel Deguy. Café Letrado 2007.

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Laure Limongi no Café Letrado 2008

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Laure Limongi e Marcio André

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Claudia Roquette Pinto e Marco Lucchesi (com Paloma Vidal e Solange Rebuzzi)

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Café Letrado 2001: Pedro Garcia e Armando Freitas Filho

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Café Letrado Pequeno histórico: Creio que foi durante o ano de 2000 que inventei o Café Letrado. Visualizei-o como um “espaço” para leituras e conversas sobre o fazer poético. Pensei-o enquanto um lugar sem lugar (pois poderia acontecer em espaços outros que não os acadêmicos: livrarias, bibliotecas, etc.); um espaço, no qual os escritores e poetas convidados pudessem conversar e dizer de sua obra, dizer deste lavoro (com as delícias, as manias e/ou as tensões fazendo parte dos comentários ouvidos pelos leitores e também pelos poetas presentes). Diferente das conferências e das palestras, que os escritores em geral fazem nas universidades e em auditórios, o Café Letrado proporcionaria, à maneira de Maurice Blanchot, uma conversa infinita, ou seja, uma conversa com a escrita (que seria regada a café e biscoito). Os primeiros encontros do Café Letrado no Rio de Janeiro aconteceram na livraria ContraCapa no bairro do Leblon. Os organizadores convidavam dois escritores a cada vez para leit...

Henri Deluy e Régis Bonvicino (Foto de Rafael Viegas)

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Jorge Viveiros de Castro e Heitor Ferraz

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                                Na foto, feita na Mediateca, estão (à esquerda e de frente) o poeta                                  Heitor Ferraz, o editor da 7Letras Jorge Viveiros de Castro, e os                                                             organizadores do evento Solange Rebuzzi e José Eduardo Barros.                                 

Michel Collot e Jean-Marie Gleize em 2007, Rio de Janeiro.

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Antonio Cícero e Eucanãa Ferraz

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