Postagens

Rio de Janeiro: Lagoa Rodrigo de Freitas ao anoitecer

Imagem

Convite para o lançamento de meu livro em dezembro: nova data 14 de dezembro

Imagem

Paulo Leminski será homenageado na Primavera dos livros de 2011

Imagem
Na Primavera dos livros deste ano haverá uma mesa em homenagem ao poeta Paulo Leminski Data: 27 de Novembro Título da Mesa: Seção Homenagens – Paulo Leminski: um marginal de carteirinha Componentes da Mesa: Toninho Vaz, Álvaro Marins , Solange Rebuzzi e Estrela Leminski Mediação da Mesa: Celina Portocarrero Horário: 17h Local: Museu da República – Rua do Catete, 153 – Catete - Rio de Janeiro

Convite para o lançamento da Revista da Escola Letra Freudiana

Imagem

Convite para o lançamento da revista O passado no presente: releituras da modernidade

Imagem

Mercedes Sosa canta 'Gracias a la vida' (em 1995)

Imagem

Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Imagem

Lançamento da Revista Polichinello

Imagem
EVISTA POLICHINELLO Lançamento experiência-limite:  l i t e r a t u r a - a r t e - f i l o s o f i a Programação: EXPOSIÇÃO: O rizo(ma) Polichinello PALESTRA Filosofia /Literatura ou Estética do Acontecimento... Com o Filosofo Daniel Lins SARAU Com os poetas Antônio Moura ׀   Izabela Leal Marcilio Monteiro ׀   André de Aquino SHOW Com Renato Torres  POLICHINELLO 13 NESTA EDIÇAO: Experiência limite - Nilson Oliveira • O impensável pensamento do desastre? Amanda Mendes Casal & Eclair Antonio Almeida Filho • O desabamento | Um contracanto não se improvisa - | Um ato preparatório - Jean-Marie Gleize | Tradução: Marcelo Jacques de Moraes • Contaminações - Marcio-André • The End - Lígia Dabul Seleção de poemas - Roberto Corrêa dos Santos • fragmentos do carnet posthume - Roger Laporte | Tradução: Sônia Fernandes • Into the Waveland | Tow In - Alberto Pucheu • Actividad del Azogue - José Kozer | Tradução: Luiz Roberto Guedes • Poéticas à beira de sobre e com a...

Poema novo

Acaso do outro lado desta porta                                       ou ao atravessar o portal encontramos sob os galhos       das árvores ruídos de grilos e o balbucio de alguns                 jovens pássaros? Brilhante com um sorriso          de criança a fotografia em              p/b registrou algo mais: um gesto cuidado e de fadiga. À noite um sonho: o corte no equilíbrio e uma voz no espaço branco. Azul o tom da     manhã trouxe o dia            e chegou         perto do rio águas turvas - não as que desaguam                 no mar mas as que correm                           nas veias o...
Imagem
  A revista trimestral  Action Poétique, editada em setembro de 2011, traz poetas do Quebec, da Síria e muitos outros. A americana Hilda Morley, quase desconhecida, foi traduzida ao francês por Patrick  Beurard-Valdoye e Séverine Daucourt-Fridriksson. (Esta brilhante poeta só foi editada aos 67 anos).

* SIBILA *

Leiam no link abaixo, na revista Sibila on line, uma homenagem ao poeta Henri Deluy e a impressionante viagem do poeta Régis Bonvicino para a China. * SIBILA * : www.sibila.com.br

Poema em dois episódios

1. Talvez eu tenha escutado da infância canções tristes de povos da floresta. Talvez, nos banhos de rios no Amazonas, a água doce tenha perfurado minha pele e os ossos da juventude enrugados pelo sal do mar talvez, tenham permanecido no sopro da meninice. Mas os sonhos não precisam dos rios nem do mar. 2. Saímos do ventre das mães ao mundo. E por que estamos sempre na mesma casa, em torno dos mesmos móveis, envolvidos nos mesmos gestos? Cada árvore está no ventre da terra no ventre da vida. Nossos sonhos - posso afirmar - estão a serviço de nossa existência (e não é difícil acordá-los)!

Poema sem título

Do lado de fora,                   o frio de outubro sobre meu rosto. Dentro deste quarto o verde das cortinas              e sob a mesa da sala              3 peras - soltas - se afastam da luz brilhante. No intervalo do amarelo, amarelo-verde               e marrom a transformação da cor                           não mais nas aquarelas de Cézanne.

Exercício (1)

Imagem
Sofá de jacarandá. Nos veios amarronzados, a forma redonda. Flores sugeridas entre o  aberto e o fechado. Madeira ereta.

Quase sem palavras (em breve!)

Imagem

para o poeta Sebastião Uchoa Leite

Não há dentro nem fora no corpo que habita um CTI Efêmero: nuvem As mãos - entre tubos e agulhas - restam Brancas iluminam brancas ao redor Qual um mosquito banal a esperança vai-e-vem Ruídos batem nas paredes; uma tv ligada acomoda um jogo de futebol Dois técnicos estudam Madrugada em fragmentos A mulher da esquerda tosse tosse engasga e procura oxigênio Os pensamentos muitos Aperto mais uma vez o botão e mais uma vez (ali, eu me sustento na consciência ou quase)!

Um olhar ao redor: cidade de Arles (sul da França)

Imagem

The Artist, o filme mudo de nosso século

Imagem

Paris (Ópera de Paris)

Imagem
Esta imagem do início do século retrata o Opéra Garnier em 1900.  (Obra construída pelo arquiteto Charles Garnier). O palácio era comumente chamado apenas de  Ópera de Paris , mas, após a inauguração da  Ópera da Bastilha , em  1989 , passou a ser chamado Ópera Garnier.  A pedra angular da Ópera Garnier foi colocada em  1861  e a construção teve início no mesmo ano. Entretanto a obra foi interrompida por numerosos incidentes, incluindo a  Guerra Franco-Prussiana , a queda do Império francês e a  Comuna de Paris . Outro problema foi o próprio terreno, extremamente pantanoso, o que implicou contínuos bombeamentos de água durante oito meses, antes que as fundações pudessem ser lançadas. Dizia-se que existia um lago subterrâneo alimentado pelo rio  Grange-Batelière  - hipótese sabiamente explorada pelo célebre romance de  Gaston Leroux ,  O Fantasma da Ópera . Na realidade, o rio corre um pouco mais longe.  Foi com a obr...

O poeta Manuel Bandeira

Imagem
Poética Estou farto do lirismo comedido Do lirismo bem comportado Do lirismo funcionário público com livro de ponto expediente protocolo e manifestações de apreço ao Sr. Diretor. Estou farto do lirismo que pára e vai averiguar no dicionário o cunho vernáculo de um vocábulo. Abaixo os puristas Todas as palavras sobretudo os barbarismos universais Todas as construções sobretudo as sintaxes de excepção Todos os ritmos sobretudo os inumeráveis Estou farto do lirismo namorador Político Raquítico Sifilítico De todo lirismo que capitula ao que quer que seja fora de si mesmo De resto não é lirismo Será contabilidade tabela de co-senos secretário do amante exemplar com cem modelos de cartas e as diferentes maneiras de agradar às mulheres, etc. Quero antes o lirismo dos loucos O lirismo dos bêbados O lirismo difícil e pungente dos bêbedos O lirismo dos clowns de Shakespeare - Não quero mais saber do lirismo que não é libertação. Desencanto Eu faço versos como ...