Diário, 29.01.2022

Verão covid, outra vez


Pela manhã, temperatura um pouco mais amena. Um brisa marinha me alcança

surpreendentemente na janela da sala. Perfume fresco.

Vizinhos menos barulhentos depois do surto de covid que chegou por aqui. Muitos

adoeceram. Forte ou fraco o vírus sempre assusta, ao menos um pouco.

Não consigo mais olhar o rosto do presidente da nação. Faz tempo! 

Verão covid não impede praias cheias, exageradamente cheias.

A crônica matutina, as arrumações na casa, a comida a ser degustada e os pensamentos

desacelerados compõem o enquadre desta manhã.


*

Escrevo e leio.

A escuta é parceira.

Leituras cruzadas enchem o meu espírito.






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