Annie Ernaux

 Comemoro o prêmio Nobel de Literatura de 2022 para a escritora Annie Ernaux.

Parabéns, parabéns!

Comecei a ler os livros de Ernaux já faz algum tempo. 

O trabalho autobiográfico e a escrita que previlegia o real, sem preocupação maior com o imaginário ou o simbólico nos alcança de imediato. 

O primeiro livro que li foi "L'Autre Fille". Na época, tive vontade de traduzi-lo mas o tempo aberto me levou a outros escritos pessoais, e o projeto não foi adiante. Li logo a seguir " Les Armoires Vides". E o livro de entrevistas "L'écriture comme un couteau", conversas com Frédéric- Yves Jeannet.

Lembro bem da alegria de ler e ver as fotos de sua infância em um livro que não recordo o nome, infelizmente.

Agora, eu me debruço em um livro reeditado pela Gallimard, "L'Atelier Noir".

Aqui podemos acompanhar seu diálogo com a escrita, seus projetos nascendo, suas dúvidas sobre qual projeto deve vir primeiro; um certo lado mais guardado do ato da escrita com suas angústias e, ao mesmo tempo, um mergulho nas memórias de seu tempo.

Bravo!




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Em 11.09.2025