À noite,
um desabafo:
A mesa vestida com enfeites de Natal se prepara para a festa ao longo do final de dezembro. E os olhares ainda voltados para as ruas de Brasília não se acalmam. Há muito a arrumar e a cuidar por lá. A capital do país parece estar doente.
Precisaremos da dança indígena e da força das mulheres de muitas gerações somando no espaço que ficou vazio e sujo.
Alguns homens de terno & gravata não honram o trabalho que receberam representando o povo do país. Ainda temos alguns dias pela frente antes de terminar este ano tão ruidoso, tão violento, tão cheio de lama.
O canto e a dança, a miscigenação, o respeito e o riso serão louvados.
Agradecemos às jovens indígenas de nosso país!
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