Manhã de maio
Ainda e sempre o tempo.
Alguns desperdícios nos dias vividos.
Sou a concentração da flor
aberta e repolhuda no galho verde.
Enquanto alguns dormem
as paredes brancas da casa escutam.
E escutam.
Acordada vivo na reflexão.
Os dedos curvos acontecem.
Nas telas criam cores sonhos-poemas
entre a escrita do mundo
rabiscando contornos
insistindo em diários
ou revelando....
A palavra erguida ao vento
segue; pensamento!
Comento que, de vez em quando, invento livros a partir de minhas postagens!
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