Poesia de sábado
Na linha do tempo
o horizonte luz.
Aceso de cultura
e na imensidão
de línguas e areias
guarda sutilezas na noite.
Falando de ritos e roupas
de notícias loucas
traz pela mão o mundo de hoje.
A voz do outono nos preocupa.
Vazam planos.
E não se pensa em despedidas.
A infância já distante
ainda é semente inteira.
Ressoa e brilha.
O dia de hoje nos observa.
Um outro poema nasce
de qualquer lugar.
Mas a sombra das palavras não alcança
os dedos de minha mão que
eretos escrevem versos.
Levam a distância das sílabas.
E cavalgam...
(fora das pontuações)
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