Um poema para o mês de julho
Entre as mãos e aquecido no ventre
o poema nasce de gestos.
E se cobre de folhas e névoas por um instante.
Sem forma ainda, sem caminho,
segue seu movimento.
Por um acaso, ali onde se inventa
brota uma lágrima clara.
O dia de linhas abertas
vem socorrer o fluxo que emerge,
enquanto as marés marcam
horas de misericórdia.
Os dedos em aventura
de vozes e paixões se debruçam
em viagens que não se apagam facilmente.
Lindo poema! Bjs
ResponderExcluirFico contente de ver você por aqui. Merci!
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